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A ciência começa a desvendar a realidade de muitas afirmações de Jesus Cristo, de que o seu Reino não era deste mundo. E as estatísticas das probabilidades levantadas por Frank Drake poderão sofrer "ajustamentos nas informações" para uma correção, a fim de permitir uma aproximação científica dos fatores do produtório de sua fórmula
Foto: Reprodução
Do Administradores

Na moeda de Deus, a administração e a política são dois lados desta mesma moeda cristã. Não é a moeda de César, já que esta é do sistema administrativo desumano e vil. E a moeda de Deus nada tem a ver com religião, mas com os princípios morais do Cristianismo. E de que adianta ser católico, evangélico, cristão ou de outro meio de ligação com Deus? Se a tudo aceitamos, como abominações e crueldades laicas e insanas, desta moeda vil e desumana, não estamos recusando o Cristianismo?

No íntimo de muitos de nós isto é uma sufocação, já que não vemos a manifestação de DEUS em nada, politicamente falando. Há uma limitação social, econômica, política e administrativa nas sociedades governadas por sistemas de partidos e partidários de má fé. A má fé a tudo governa. E onde aparece DEUS nestas coisas? E será o Brasil e o mundo o lugar da GLÓRIA DE DEUS?

Para alguns o principal lamento é de que nem a ciência se impõe para o exercício da boa governança. Há o mal, a injustiça e a hipocrisia plenas, como sinal de escolhas erradas e dirigismo administrativo bizarros. E, tristemente, isto tudo nos força a crer que DEUS, apesar de existir, nada faz para reverter a ordem macabra das coisas mundanas para alguns "descrentes" DEUS deixou de ser todo-poderoso e amoroso.

Em Lucas 22: v 63-71, na inquirição de Pilatos a Jesus, foi-se expresso o que segue: Tornou, pois, a entrar Pilatos na audiência, e chamou a Jesus, e disse-lhe: "Tu és o rei dos judeus?" Respondeu Jesus: "Tu dizes isso de ti mesmo, ou foram outros que te disseram de mim?" Pilatos respondeu: "Porventura sou eu judeu? A tua nação e os sumo sacerdotes é que te entregaram a mim: Que fizeste?" Respondeu Jesus: "O meu Reino não é deste mundo; se o meu Reino fosse deste mundo, lutariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas, agora, o meu Reino não é daqui."
Disse-lhe Pilatos: "Logo tu és rei?" Jesus retorquiu: "Tu o dizes! Eu sou Rei! Para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz." E Disse-lhe Pilatos: "Que é a verdade?" E, dizendo isso, voltou até os judeus e disse-lhes: "Não acho nele crime algum.
Ora é costume que eu, pela Páscoa, vos solte um prisioneiro; quereis, pois, que vos solte o rei dos judeus?" Então, todos voltaram a gritar, dizendo: "Este não, mas BARRABÁS!" E BARRABÁS era um salteador foi uma escolha de perfilados com Satanás.

Portanto, Jesus veio dar o testemunho de um Reino nos Céus testemunho da verdade, já que disse que "meu Reino não é deste mundo." E no diálogo de Jesus com os dois ladrões, que foram crucificados junto com ele, o Filho de DEUS, um deles após reconhecer Jesus como o real e REI, Filho de DEUS, lhe rogou: “Lembra-te de mim quando entrares no teu reino”, Lucas 23: 39-42. E o ladrão bom, que não era cristão reconheceu a grandeza espiritual, moral e intelectual de Jesus.

E muitos ditos como Cristãos esses por não conhecerem o Cristo, preferem viver esta vida terrena, escolhem viver na mentira, no pecado: Os Verdadeiros Pecados na mortandade, na miséria, na doença, na fome, no crime, na corrupção, na autodestruição ambiental, na idolatria de endiabrados, na total permissividade contra a moral e a ética eles vivem o que o seminarista conceituou como o "O Cristianismo Festivo" e o que evangélicos estão vivendo apenas o "evangelismo de louvações e de mercado".

E Jesus consolou o ladrão bom: "Verdade te digo que ainda hoje estará comigo no paraíso.” O Senhor não se esquece do homem que busca o Reino de Deus. E esta busca não se trata de uma utopia terrena. Basta que escolhamos os governantes, dirigentes e doutores que se perfilarem moralmente junto a Jesus Cristo.

Então, como será o "paraíso, o Reino de Jesus", uma vez que ele veio dar testemunho do seu mundo superior? Boa parte das escrituras e todo o evangelho de Jesus Cristo nos trazem, para a compreensão do ser humano mais simples e ignorante, as palavras da legislação e das normas celestes, dentro das quais se regem as administrações superiores, em mundos evoluídos do cosmos. Entretanto, não fazemos isto no Brasil e no mundo...

Desta forma compreender a norma legislativa do Reino de Jesus não é necessário que sejamos formados em filosofia profunda e nem em matemática superior. Qualquer mente abaixo da lucidez prática é capaz de assimilar a legislação dos mundos superiores. E que de tão simples se resume a "não fazer ao próximo o que não queremos que nos façam" pura colocação empática se colocar no lugar do outro. E boa totalidade desta moralidade não foi nem praticada pela Igreja, a qual fomentou os mais absurdos e bizarros desejos ao próximo o pobre e miserável do seu rebanho...

A apologia do Estado Laico, nos governos mundanos, teve apenas o objetivo de manter as práticas administrativas satânicas, sem que houvesse uma mobilização coerente com a busca da moralidade, sendo esta mínima postura humana nas administrações e governanças públicas e políticas. Assim, terminou se fazendo a associação entre política e satanismo administrativo: corrupção, fraudes, mentiras, má fé, crimes lesa-estado, crimes lesa-humanidade, crimes civis, crimes ambientais, lesões morais e injustiças, irresponsabilidades profissionais, exercícios ilegais de profissões, mortandades e todo tipo de estelionatos, ações e omissões danosas.

E o que se diz como religião do cristianismo não leva às religiosidades fanáticas, ou a práticas sectárias, mas sim a fixação de uma legislação moral capaz de anular a prática do mal / mau nas governanças e nas administrações públicas e políticas.

Quando o ladrão bom chegou com Cristo no Reino de Jesus, o paraíso aquele Reino dos Céus sua real morada, após expirar suas últimas forças, naquela cruz que lhe purgou seus delitos, dando-lhe o mérito de visitar o paraíso, notou que lá não existiam disfunções, nem erros, nem falhas, nem injustiças, nem vícios, nem drogas, nem fome, nem desabrigados, nem qualquer dos Sete pecados capitais, nenhuma transgressão aos Dez mandamentos, O IDH era igual a 1,000, 100% de nível escolar superior, o PIB era alto, a Renda Per Capita altíssima, havia trabalho e emprego para todos, faziam por merecer e a cada um lhe era dado segundo as suas obras. Não havia nenhuma figueira estéril, todos usavam seus talentos sem enterrá-los, não havia administradores infiéis, todos eram sementes em boa terra, e bons frutos, havia semeadores e boas sementes, havia a verdade. E Jesus disse: Conhecereis a verdade e ela vos libertará. E todos estavam livres, sábios, educados, instruídos, lúcidos, escolhiam perfis jesusianos para administrá-los... Só havia boas obras!

E o que pode produzir a GLÓRIA DE DEUS? A principal premissa é de que a ciência se impõe para o exercício da boa governança em todos os PARAÍSOS do Cosmos.
Terá sido isto, então, o conjunto de conceitos que Jesus expressou, também, em sua peregrinação terrena? Se Jesus disse que o Reino dele não era deste mundo, de onde ele teria vindo?

E segundo JOÃO 14: 1-31, temos o relato deste apóstolo sobre a pregação de Jesus, em sua despedida: 2- Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar; 3- E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também; 4- Mesmo vós sabeis para onde vou, e conheceis o caminho; 6- Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim; 12- Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai; 15- Se me amais, guardai os meus mandamentos; 28- Ouvistes que eu vos disse: Vou, e venho para vós. Se me amásseis, certamente exultaríeis porque eu disse: Vou para o Pai; porque meu Pai é maior do que eu; 30- Já não falarei muito convosco, porque se aproxima o príncipe deste mundo, e nada tem em mim;

E segundo JOÃO 16:1-33, temos: 5- Agora, porém, vou para aquele que me enviou; e nenhum de vós me pergunta: Para onde vais?; 11- E do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado; 12- Ainda tenho muito que vos dizer; mas vós não o podeis suportar agora; 16- Um pouco, e já não me vereis; e outra vez um pouco, e ver-me-eis; 27- pois o Pai mesmo vos ama; visto que vós me amastes e crestes que eu saí de Deus; 28- Saí do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai; 33- Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.

As palavras chave básicas destes dois versos (JOÃO 14 e JOÃO 16) são: REINO DOS CÉUS, MORADAS NA CASA DO PAI, ASCENSÃO DE CRISTO, REGRESSO DE CRISTO, MILAGRES DE CRISTO, AUTENTICAÇÃO DA PROCEDÊNCIA DE CRISTO, VIAGEM AO PARAÍSO, PALAVRAS DE DEUS, MORAL PARA O BEM, OBRAS E LABOR PRODUTIVO, REFORMA DOS HOMENS E DO PLANETA, JUÍZO E JUSTIÇA ASSERTIVOS, BUSCA DA GLÓRIA DE DEUS.

Hoje já sabemos que as preleções de Jesus Cristo, acima, não são fantasias, parábolas vazias ou feitiços excludentes da realidade. São palavras que nos despertam para moradas no Cosmos, perfeições materiais e administrativas, tecnologia e política interplanetárias e viagens siderais.

As muitas MORADAS NA CASA DO PAI teve a tentativa de elucidação através da Equação de Drake, proposta por Frank Drake em 1961, que foi formulada com o propósito de fornecer uma estimativa do número de civilizações "prováveis" em nossa galáxia (Via Láctea) com as quais poderíamos ter chances de estabelecer comunicação.
Frank Drake trabalhava no SETI - Search for Extraterrestrial Intelligence*, mediante bilhões de estrelas flutuando na VIA LACTEA (nossa galáxia) ele formulou sua equação, de maneira a RESUMIR a probabilidade e a possibilidade de presença de vida extraterrestre, segundo uma "aproximação" matemática e científica. Ele tomou como referência a posição do nosso planeta TERRA, em relação à estrela SOL, numa zona de habitação, coerente entre a terra formação e a energia suprida pelo SOL.

Os fatores da equação formulada por Drake ficaram como segue:
N = R* x fp x ne x fl x fi x fc x L;
N é o número de civilizações extraterrestres em nossa galáxia com as quais poderíamos ter chances de estabelecer comunicação. E,
- R* é a taxa de formação de estrelas em nossa galáxia;
- fp é a fração de tais estrelas que possuem planetas em órbita;
- ne é o número médio de planetas que potencialmente permitem o - desenvolvimento de vida por estrela que tem planetas;
- fl é a fração dos planetas com potencial para vida que realmente desenvolvem vida;
- fi é a fração dos planetas que desenvolvem vida inteligente;
- fc é a fração dos planetas que desenvolvem vida inteligente e que têm o desejo e os meios necessários para estabelecer comunicação;
- L é o tempo esperado de vida de tal civilização.

Drake forneceu valores baseados nas suas pesquisas:
=> R* - estimado em 7/ano;
=> fp – estimado em 0,5;
=> ne – estimado em 2;
=> fl – estimado em 0,33;
=> fi – estimado em 0,01;
=> fc – estimado em 0,01;
=> L – estimado como sendo 10 000 anos;

Segundo os dados de Drake, temos uma estimativa que resulta:
N = 7 × 0,5 × 2 × 0.33 × 0,01 × 0,01 × 10 000 = 2,31 (civilizações - para se estabelecer uma comunicação);
Nesta fórmula, Drake aplica a "probabilidade" a qual deriva do Latim probare (provar ou testar). Informalmente, provável é uma das muitas palavras utilizadas para eventos incertos ou conhecidos, sendo também substituída por algumas palavras como “sorte”, “risco”, “azar”, “incerteza”, “duvidoso”, dependendo do contexto. Baseado na Lei do Produto para eventos independentes, Drake estendeu sua equação.

Dois eventos são independentes quando a probabilidade de ocorrer B não é condicional à ocorrência de A. A expressão que define a "Lei do Produto" (ou Produtório) para eventos independentes é a seguinte:

P(A e B) = P(A) . P(B);
Da fórmula de Drake: N = R* x fp x ne x fl x fi x fc x L, os fatores do produtório são fenômenos físicos que são previsíveis através de informação suficiente e fenômenos que são essencialmente imprevisíveis. Dai se aceita sua fórmula como um meio de medir a probabilidade de existirem civilizações capazes de se comunicarem conosco, dentro da Via Láctea (nossa galáxia).

As críticas feitas à equação baseiam-se sobretudo no fato de que vários fatores são baseados em conjecturas, sendo o seu valor nulo.
Outra crítica pertinente é a de que Drake não prevê que as civilizações possam sair da sua galáxia mãe para colonizar outras galáxias. Assim sendo entrariam também em conta as equações da dinâmica populacional. Neste caso seriam as VIAGENS SIDERAIS (por meio de máquinas e tecnologia, em deslocamentos atemporais ou no 'continnum' espaço-tempo) e as VIAGENS ASTRAIS (por meio de deslocamentos espaciais e atemporais da alma encarnada - ou desencarnada).

Com o lançamento do Telescópio espacial Hubble (em inglês Hubble Space Telescope - HST) que é um satélite astronômico artificial não tripulado que transporta um grande telescópio para a luz visível e infravermelha, a ciência consegue um meio mais eficaz para identificar objetos e astros siderais.

Foi lançado pela agência espacial estadunidense - NASA - em 24 de abril de 1990, a bordo do vaivém espacial (No Brasil: ônibus espacial) Discovery (missão STS-31). Este telescópio já recebeu várias visitas espaciais da NASA para a manutenção e para a substituição de equipamentos obsoletos ou inoperantes.

Através do Hubble os astrônomos identificaram planetas e planetóides similares à Terra. E identificaram os dois menores exoplanetas mais similares à Terra, localizados fora do Sistema Solar. Esses orbitam em torno da estrela Kepler-20 situada cerca de mil anos-luz de nosso planeta na constelação da Lyra.

Para chegar-se a esses planetas usando a nave espacial mais veloz existente seriam necessários mais de 4 milhões de anos (se a nave seguir em curso direto no continnum espaço-tempo). Tais planetas, Kepler-20 e Kepler-20 f, têm, respetivamente diâmetros 1,03 e 0,87 vezes o da terra. Até então o menor exoplaneta localizado fora do sistema solar era Kepler-10b, com diâmetro 1,42 vezes o da terra.
O Dr. François Fressin, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics de Cambridge (Massachusetts) que lidera a equipe de pesquisadores que localizou os planetas, declarou:

"O primeiro desses planetas tem um diâmetro somente 3% maior que o da Terra, o que o faz o objeto mais similar à Terra em todo o Universo. O segundo tem seu diâmetro 13% menor que o da Terra, cerca 7.000 mil milhas (~ 11.300 km), sendo também menor que Vênus, sendo de fato o menor corpo planetário já localizado em órbita de qualquer outra estrela similar ao Sol."

Os maiores descobridores de exoplanetas, os astrofísicos William Borucki, Stéphane Udry e Geoffrey Marcy, localizaram mais da metade dos 767 desses corpos celestes já localizados. Essas buscas se iniciaram na década de 1970, cresceu na seguinte e deslanchou definitivamente em 1995, quando o astrofísico suíço Michel Mayor encontrou o primeiro desses distantes corpos celestes, 51 Pegasi b, a 50 anos-luz da Terra, constelação de Pegasus.

Dos 767 exoplanetas até hoje localizados somente quatro são possíveis de serem habitados, pois orbitam a tais distâncias das estrelas que permitiriam a presença de água líquida na sua superfície. Três deles foram descobertos pelo astrofísico suíço Stéphane Udry, diretor do Observatório da Universidade de Genebra:

=> Gliese 667 c – na constelação Scorpius a 22 anos-luz da Terra, 85% de similaridade.
=> Kepler-22b – em Cygnus a 600 anos-luz da Terra, similaridade 81%.
=> HD 85512 b – em Vela a 36 anos-luz da Terra, similaridade 77%
=> Gliese 581 d em Libra a 20 anos-luz da Terra, similaridade 71%.


O Gliese 581g está localizado em uma "zona habitável" em órbita da estrela vermelha anã Gliese 581, o que significa que pode existir água em sua superfície. Os pesquisadores estimaram que o planeta tem uma massa de três a quatro vezes a da Terra e um período orbital - o tempo que o planeta demora para dar uma volta em sua estrela - de pouco menos de 37 dias, que pode ser considerado seu "ano".

Portanto, a ciência começa a desvendar a realidade de muitas afirmações de Jesus Cristo, de que o seu Reino não era deste mundo. E as estatísticas das probabilidades levantadas por Frank Drake poderão sofrer "ajustamentos nas informações" para uma correção, a fim de permitir uma aproximação científica dos fatores do produtório de sua fórmula.

E tomando emprestada a curiosidade de Drake, podemos perguntar: - Onde está localizado o Reino de Jesus Cristo, dentre as muitas moradas na casa do Pai? Quando Jesus e o bom ladrão expiraram na cruz, foram para o paraíso, através de qual tipo de viagem ou deslocamento? Seus espíritos se deslocaram, já que os corpos deles ficaram pregados às cruzes. Viajaram por meio atemporal e astralino? E Jesus era um ser superior de outro planeta altamente evoluído?
São mais provocações...

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