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O primeiro dia de 2014 também vai marcar o nascer da primeira das cinco superluas do ano, duas delas em janeiro, coincidência mensal que só vai se repetir em 2018. Originalmente usado na astrologia, o termo superlua é empregado quando o satélite entra em sua fase nova ou cheia e está no (ou muito perto do) perigeu, isto é, seu ponto de maior aproximação da Terra. Na astronomia, estas superluas são conhecidas apenas como Lua nova de perigeu e Lua cheia de perigeu, respectivamente, e repetem-se regularmente, a um ritmo de quatro a seis por ano.

Mas como as superluas têm como característica uma variação um pouco maior das marés, quem for procurar seu lugar em Copacabana ou outras praias para virar o Ano Novo deve ficar atento aos movimentos da água. Segundo dados da Diretoria de Hidrografia e Navegação da Marinha, nesta véspera de réveillon no Rio a última maré baixa de 2013 ocorrerá às 20h49m, com o mar subindo gradualmente até alcançar a maré alta às 02h49m já no dia 1º de janeiro de 2014.

- O nome superlua é pomposo, quer dizer que e o satélite aumenta em tamanho aparente - explica Paulo Pereira, astrônomo do Planetário do Rio. - Superlua ou não, o aumento da força gravitacional nas luas cheia e nova faz com que o nível dos oceanos suba.

Distância entre Lua e Terra varia

O fenômeno das superluas acontece porque a órbita da Lua em volta da Terra não é um círculo perfeito, mas uma elipse (assim como a órbita do nosso planeta em torno do Sol), o que faz com que a distância entre as duas varie de pouco menos de 360 mil quilômetros a pouco mais de 400 mil quilômetros aproximadamente a cada 28 dias. É este período que o satélite leva para dar uma volta na Terra e quando ele está entre o planeta e o Sol temos a Lua nova, enquanto quando está do lado oposto da Terra com relação ao Sol temos a Lua cheia.

Além de marés mais fortes, a superlua que coincide com a fase cheia também faz o satélite parecer um pouco maior no céu, com uma circunferência 10% a 15% superior à vista no fenômeno inverso - que apenas recentemente, e também de modo inverso, passou a ser chamado de microlua. Neste caso, a entrada na fase cheia coincide ou acontece muito próxima do apogeu, como é conhecido o ponto de maior afastamento do satélite da Terra. Infelizmente, as duas superluas de janeiro de 2014 - a outra acontece no dia 30 - serão do tipo nova, o que significa que a Lua não estará visível no céu no réveillon. Isso também quer dizer que a Lua cheia do primeiro mês de 2014 será uma microlua.

As perspectivas para as outras três superluas do ano, por outro lado, são boas. Todas elas serão do tipo cheia, e acontecerão nos dias 12 de julho, 10 de agosto e 9 de setembro. E, graças a uma coincidência cósmica que só se repete a cada um ano e 48 dias, em agosto a superlua será a mais super de todas de 2014. Isso porque o satélite alcançará o perigeu, quando chegará a 356,9 mil quilômetros da Terra, às 14h44m no horário de Brasília, apenas 27 minutos antes de a Lua entrar em sua totalidade. Outras supersuperluas visíveis estão previstas para 28 de setembro de 2015, 14 de novembro de 2016 e 2 de janeiro de 2018, a primeira das duas superluas do mês que, desta vez, serão cheias.

Outras efemérides astronômicas

Janeiro também será marcado por outras efemérides astronômicas. No dia 4, a Terra alcançará o periélio, isto é, o ponto de maior aproximação do Sol em sua órbita anual, chegando a apenas 147,1 milhões de quilômetros de nossa estrela. Já na madrugada do dia 23, Lua e Marte estarão em conjunção, com o planeta vermelho aparecendo no céu muito próximo do satélite. Por fim, no dia 25 Saturno entrará em conjunção com a Lua, seguida por outra conjunção entre o satélite e Vênus no dia 28. Ambas conjunções, porém, já se darão muito próximas da fase nova e serão difíceis de serem vistas.

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