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"Os discos ingleses são sinais provocativos à nossa inteligência",
disse o ufólogo Ademar José Gevaerd
Da Terra


A palestra que encerrou a programação do palco Galileu da Campus Party Brasil desse ano foi sobre agroglifos, os desenhos atribuídos a extraterrestres em campos de plantações de grãos. Também chamados de círculos ingleses, em referência ao país onde foram inicialmente observados, os fenômenos vem sendo registrados no Brasil desde 2008, explicou o ufólogo e jornalista Ademar José Gevaerd. "Ufologia é ciência pura, do começo ao fim", afirmou aos campuseiros, reclamando do tratamento "preconceituoso" que o tema recebe da comunidade científica. Segundo o pesquisador de OVNIs, a presença na Campus Party Brasil é importante para que o campo da ufologia "seja visto pela área da ciência". "Há uma metodologia de pesquisa, que emprega conceitos científicos de várias áreas e apresenta resultados através de laudos", descreveu. Gevaerd mostrou a história dos agroglifos, desde o fim da década de 1970, quando foram descobertos os primeiros, e também citou os detalhes que caracterizam as formações. "O fenômeno é um dos mais contundentes sobre a presença de outras inteligências. Os discos ingleses são sinais provocativos à nossa inteligência", disse, reforçando que o momento é de tentar entender "o que significam, por quem são feitos e por quê essas formas de vida se preocupam em mandar essas mensagens". O monumento de pedras de Stonehenge foi o primeiro cenário de aparecimento dos sinais extraterrestes, com círculos simples. Os desenhos foram ficando mais complexos nos anos 80 e 90, quando começaram a aparecer fora da Inglaterra, mas ainda apenas em países do hemisfério norte. Gevaerd trabalha com o número de 10 mil desenhos, mas cita pesquisadores que atingiram a casa dos 30 mil. O ufólogo explicou que os desenhos aparecem no verão, quando os grãos são cultivados, e que a forma como as plantas são dobradas é característica. Os ângulos são sempre idênticos, e as plantas continuam vivas mesmo após os agroglifos, descreveu. Além disso, os ramos intocados continuam em perfeito estado e não há marcas de pneus de carros ou plantas amassadas aleatoriamente o que indicaria passagem de pessoas. "Mesmo um pesquisador iniciante é capaz de perceber as diferenças entre uma fraude e um fenômeno real", resumiu. Outra característica é a visão de luzes no céu na mesma noite ou em noites anteriores, relatada por testemunhas. Além disso, os desenhos aparecerem em locais com sítios arqueológicos, seja já conhecidos, seja por conhecer. "Há casos em que se encontrou sítios justamente porque se começou a buscá-los após o aparecimento dos círculos ingleses", apontou.
No Brasil também
Os primeiros sinais extraterrestes em plantações brasileiras surgiram em 2008, em Ipuaçu (SC), a 520 quilômetros de Florianópolis. Segundo Gevaerd, ainda não se sabe sobre a presença de um sítio arqueológico no local, que tem sido palco do fenômeno ano após ano, porque ainda não há estudos. Mas já se observou, segundo o pesquisador, a complexificação dos desenhos, que iniciaram com um círculo circunscrito a um anel, há quatro anos, e em outubro passado já eram compostos de duas figuras interligadas compostas de 35 formas geométricas. No mundo, desde 2000 se registra imagens com efeito 3D. O pesquisador esteve em Santa Catarina fazendo medições segundo a metodologia ufológica, e relatou aos campuseiros um teste feito com celulares em 2008 e 2009, quando a região do oeste catarinense ainda não tinha sinal de nenhuma das quatro operadores. Dentro dos sinais, os pesquisadores conseguiram fazer ligações. "Em 2009 eu mesmo consegui isso, com um iPhone 3GS", relatou.
"Em 1997 eu fui o primeiro e entrar em um agroglifo, e é uma experiência bem interessante, que não sei ainda descrever em termos fáceis. Qualquer pessoa que frequente um desses ambientes não vai sair dali como entrou", contou. Aos descrentes, ele comparou: "nós não estamos cavocando  o solo de Marte, fotografando asteroides? Esses são os nossos discos voadores. Só que os deles são muito mais avançados", disse.
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