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Passados 16 anos dos fatos, atualmente as testemunhas fogem da imprensa. O apresentador Alexandre Henderson, após muita insistência e persuasão, conseguiu uma rápida conversa com Valquíria Silva, uma das meninas que avistaram o ser na época
O texto a seguir foi produzido pela Equipe do programa Globo Ciênciapara seu site, por ocasião da apresentação do tema Ufologia na edição de 09 de junho, que contou com a participação do editor e do coeditor da Revista UFO A. J. Gevaerd e Marco Antonio Petit. Assista ao final a matéria completa disponibilizada pelo meu vlog no You Tube.  


O mais famoso relato de aparições extraterrenas no Brasil aconteceu em 1996, no município Varginha, em Minas Gerais. Uma criatura de cor marrom, pele oleosa, olhos vermelhos e três protuberâncias na cabeça, assim descrito pelas testemunhas do caso, ganhou repercussão na imprensa nacional e internacional, e ficou conhecida como o ET de Varginha. O programaGlobo Ciência foi buscar cientistas e ufólogos para falar sobre Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) e a possibilidade de existência de vida inteligente em outros planetas, e o Caso Varginha não pôde ficar de fora.

Na tarde de 20 de janeiro de 1996, o Corpo de Bombeiros foi chamado para averiguar os relatos das irmãs Liliane e Valquíria Silva e da amiga Kátia Xavier. De acordo com as meninas, elas atravessavam um terreno baldio no bairro Jardim Andere, quando viram uma criatura agachada perto de um muro, com características diferentes da forma humana. A pele marrom, cabeça grande para o corpo e os olhos vermelhos que saltavam da cavidade ocular foi o que lhes chamou mais a atenção. A criatura não vestia roupas e segundo as meninas, aparentava estar em dificuldades. Foi no momento em que o ser dirigiu o olhar às meninas, que elas saíram correndo para casa, com visível desequilíbrio emocional, de acordo com os relatos dos vizinhos.

Assustadas, elas teriam corrido até a mãe, que antes de chamar as corporações retornou ao local, onde viu uma misteriosa pegada e sentiu um forte cheiro de amoníaco no ar. Segundo relatos da época, membros do Corpo de Bombeiros, policiais militares e militares do Exército brasileiro, especificamente da Escola de Sargento das Armas (ESA) teriam capturado a criatura e levado para o hospital da cidade. Ali, o ser teria falecido.

Ilustração de uma das cenas do caso


15 anos após o caso Varginha (2011), um Inquérito Policial Militar (IPM) mostra as investigações do fato[Veja Vem à tona, finalmente, o Inquérito Policial Militar sobre o Caso Varginha]. De acordo com o Exército, o que aconteceu na verdade foi que um morador, conhecido como "Mudinho", foi confundido com um ser extraterrestre. O documento diz que as meninas teriam, na verdade, visto o morador, que tem deficiência mental e costumava ficar agachado, mesma posição em que estaria o ET, recolhendo galhos e lixo no chão. Na época, "Mudinho" morava com a família em frente ao terreno. O Exército nega a existência de um possível extraterrestre [Veja Resposta do Ministério da Defesa ao segundo RIC da Câmara dos Deputados].

Já para o ufólogo e coeditor da Revista UFO, Marco Antônio Petit, que participou na época das investigações como ufólogo, muitas questões foram mal explicadas pelo inquérito. O destino do corpo da criatura e a negação de sua existência são exemplos. Junto a isso, na época do Caso Varginha, a família das meninas relatou ter recebido uma tentativa de suborno para mudar o depoimento inicial. No inquérito, a confusão do ET com um morador da cidade também lhe parece equivocada. Entre tantas perguntas não respondidas e alterações na história inicial, o que permanece é a popularidade de Varginha a partir de um dos casos mais famosos da possível presença de seres extraterrestres no Brasil.

Um dos seres capturados ainda estava vivo
Fonte: Revista Ufo

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