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O astrônomo soviético Alexandre Deitch, diretor do observatório de Poulkovo, perto de Leningrado, declarou em 1961 a um correspondente da Agência Tass, que poderia existir vida no interior da Lua, onde a temperatura é mais constante do que na superfície, e onde existiriam gases, assim como um meio propício ao desenvolvimento da vegetação e da vida animal.

Outro astrônomo, Nicolas Kozyrez, observara semanas antes um "vulcão lunar" no interior da cratera Alphonse. O que, segundo ele, confirma bem a possibilidade de calor e de gás no interior de nosso satélite natural. Por várias vezes, astrônomos constataram a presença de fontes luminosas na cratera Aristarco, um "X" na cratera Eratóstenes; um dia, a letra "Gamma" apareceu na cratera de Littrow. Um dos maiores mistérios lunares pertence à cratera Platão, onde esquadrilhas foram observadas por várias vezes. A 12 de agosto de 1944, notou-se no interior dela "alguma coisa" que refletia fortemente a luz solar.

A revista norte-americana Sky and Telescope de junho de 1956 publicou um documento notável, que ela devia ao astrônomo mexicano Robert E. Curtis, que exercia oficialmente as funções de observador do céu. Curtis conseguira fotografar uma singular cruz luminosa situada na proximidade da cratera "Parry". Este último fenômeno inexplicado foi interpretado de diver­sos modos. A possibilidade de um efeito solar batendo diretamente a crista de duas cadeias de montanhas "cruzando-se em ângulo reto" foi apontada. O que contraria, observou George Langellan, esta maravilhosa hipótese, é que duas cadeias de montanhas não podem cruzar-se em ângulo reto!

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