arquivos do blog

me sigam no instagram

Instagram
Copyright © 2012 Ufologia News. Tecnologia do Blogger.

seguidores

Foi numa bacia natural em Arecibo (Porto Rico) que os norte-americanos construíram uma orelha gigante que lhes permite seguir durante mais de duas horas os murmúrios do planeta Vênus. O refletor de Arecibo é fixo. Mas, estando em latitude de 18° norte, encontra-se numa região onde regularmente os planetas passam no zênite.

De outro lado, a 50 metros acima do refletor, uma cabina de 550 toneladas está suspensa a cabos que sustentam três grandes torres. E graças aos desloca mentos desta cabine, na qual foi instalado um conjunto emissor-receptor, é possível visar fontes até aos 18° zênite.

Esta grande antena registrou uma fonte destes sinais do espaço que se perpetuam três horas por dia. Os membros da Universidade Cornel de Arecibo colo­cam as suas maiores esperanças no instrumento que foi posto à sua disposição. Graças a ele, foi possível veri­ficar a incrível descoberta feita por sir Martin Ryle, da Universidade de Cambridge: "Os Pulsars".

Frank Darke, diretor do observatório ionosférico de Arecibo, descreve-os assim: "Produzem-se a cada 1,3372795 segundos com uma rigorosa regularidade. A intensidade de cada impulso é variável durante um minuto. A emissão enfraquece até desaparecer durante três ou quatro minutos, para reaparecer com a mesma intensidade: O presente ciclo é contínuo".

O imenso rádio-telescópio de Arecibo pode captar sinais emitidos desde uma distância de 300 anos-luz. Não é, pois, de se surpreender saber que os sinais pro­vêm de um ponto situado entre Vega e Altair, perto do centro da Via Láctea.

Os sábios da Universidade de Tecnologia de Pasenda na Califórnia assinalavam, por sua vez, ter cap­tado, a 17 de maio de 1968, emissões que vinham de estrelas da Via Láctea. As freqüências recebidas variam de 20 a 2.292 megaciclos. Duas outras estrelas emitem nas freqüências de 83,3 a 86,3 e de 84,4 a 85,4 (freqüências utilizadas pela televisão e o rádio em modu­lação de freqüência). O campo magnético de nosso planeta e a presença da atmosfera prejudicam conside­ravelmente a recepção de emissões extraterrestres, e sem dúvida foi por esta razão que a 30 de julho de 1968, a NASA pôs em órbita um satélite semelhante a uma imensa aranha, que possui quatro longas antenas de cinqüenta metros cada, e uma de quarenta metros. Este engenho, que gravita a 5.500 quilômetros da Terra, numa órbita circular, já coletou informações da mais alta importância para a rádio-astronomia.

No mês de agosto de 1968, dois sábios do Depar­tamento de Astrofísica da Universidade de Sidney cap­taram sinais de rádio, que poderiam ser transmitidos por uma longínqua civilização, acredita o prof. Bernard Mills, diretor desse departamento. Esses "apelos" provêm de fontes situadas a 500 anos-luz da Terra, isto é, em nossa galáxia. Os drs. Tomy Turtle e Alec Vaughan também registraram, graças ao rádio-telescópio gigante "de Mills Cross, estas modulações do infi­nito. Estes sinais, salientou o prof. Mills, são freqüentes e regulares, e emitidos a intervalos exatos. Não se pode dar atualmente nenhuma explicação do fenômeno, mas o prof. Mills não exclui a existência de uma forma qual­quer de civilização extraterrestre que disponha de uma fonte "artificial" de emissão.

Sinais idênticos tinham sido captados em novem­bro de 1967 em Cambridge, na Inglaterra. O prof. sir Martin Ryle, chefe da equipe de Cambridge que de­tectou esta fonte de rádio, considera pouco provável que estas ondas sejam emitidas por uma "inteligência", mas acrescenta: "Nós batizamos como "L. G. M." o ponto de onde provêm estes "apelos cósmicos". Isto é "Little Green Men" (Pequenos Homens Verdes) ou planeta dos pequenos homens, verdes".

Sabendo-se que existe um dossiê "secretíssimo" no Estado-Maior da Real Força Aérea (Royal Air Force-RAF) sobre os "L. G. M." e suas curiosas máquinas voadoras, deveremos admitir que sir Martin Ryle tem um senso de humor tipicamente britânico...

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Ocorreu um erro neste gadget
Ocorreu um erro neste gadget

previsão do tempo