arquivos do blog

me sigam no instagram

Instagram
Copyright © 2012 Ufologia News. Tecnologia do Blogger.

seguidores

Os membros da Sociedade Real da Grã-Bretanha observaram, em 1869, luzes dispostas simetricamente, no mar das Crises. Após numerosas observações, elas desapareceram, e depois de um século, o mistério ainda permanece.

Dois anos antes, em 1867, os astrônomos tinham cuidadosamente notado a presença de uma cra­tera à qual deram o nome de "Lineu". De uma dúzia de quilômetros de diâmetro, esta cratera estava situada no Mar da Serenidade. Ora, em 1869, os observadores, entre eles Flammanion, constataram seu desapareci­mento!

Em 1882, o astrônomo alemão Gruithuisen relata que identificara na Lua as ruínas de uma cidade e que podia ver muito distintamente as paredes! O local chama-se agora, nas cartas selênicas, "Gruithuisen City".

Em 1915, alguns observatórios assinalaram a pre­sença de "paredes retas e também curvas" que surgiam nas zonas dos círculos lunares.

Na noite de 11 de dezembro de 1947, o Inglês Hodgson viu ao telescópio pontos luminosos sobre o lado escuro de nosso satélite.

O dr. H. P. Wilkins, astrônomo britânico muito conhecido por seus trabalhos científicos, notadamente por uma carta geográfica da Lua usada por todos os astrônomos de nosso planeta, viu aparecer "um objeto luminoso que parecia "sobrevoar" o solo lunar na região do círculo de Aristarco". Segundo a descrição que ele redigiu na época, o objeto era de forma oval. Sete se­manas mais tarde, o dr. James Bartlett registrou fenômeno análogo, sempre nesta mesma região.

John O'Neill instalou-se uma noite, a 29 de julho de 1953, em seu observatório para explorar, com ajuda de seu telescópio, aquela que chama "sua amiga, a Lua". De repente, pensou que era joguete de uma alucinação. Acabava de notar, no fundo desértico do mar das Crises, a silhueta de uma ponte imensa. Admitindo que não estava sonhando, teve de admitir que esta cons­trução extraordinária existia realmente, e devia medir dezoito quilômetros de comprimento...

Tendo aumentado o campo da lente para 250, viu nitidamente esta gigantesca estrutura, que de repente se erguera nesta região da Lua que ele observava regu­larmente, remontando o seu último estudo a pouco mais de quarenta dias...

Depois de um período de hesitação, que compre­endemos bem, John O'Neill, que temia o veredito dos homens de ciência porque era apenas um amador, deci­diu submeter à Associação dos Observadores Planetá­rios e Lunares, um relatório circunstanciado porém mui­to prudente, no qual designava a ponte do mar das Cri­ses, sob o nome de "objeto natural". Como se sabe, os especialistas apoderaram-se da informação e ridicularizaram-na. Não por muito tempo, contudo, pois um es­pecialista, o célebre Dr. H. P. Wilkins, declarou sem a menor ambigüidade, que ele mesmo verificaria um mês apenas depois de O'Neil a presença da insólita estrutu­ra. Poucos dias mais tarde, o prof. Patrick Moore re­velava, por sua vez, que observara por duas vezes a ponte fantástica!

A BBC apossou-se do caso e pediu ao dr. Wilkins que desse explicações diante de seus microfones. O sábio afirmou então:

"É mesmo uma ponte! Mede pouco menos de vinte milhas, tem uma altura de cerca de cinco mil pés, (1.500 metros) acima do solo do mar das Crises. Sua largura atinge cerca de duas milhas, parece-me artificial, isto é, que poderia tratar-se daquilo que nós chamamos na Terra de uma obra de arte".

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Ocorreu um erro neste gadget
Ocorreu um erro neste gadget

previsão do tempo