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Jung, o grande psicólogo, pretendeu ver, na febre dos discos-voadores um fato maior de nossa civilização, visto que ele lhe consagrou um estudo dos mais áridos, em sua obra: "Um mito moderno", na qual ele compara os discos celestes do século XX aos grandes símbolos da alquimia e das tradições orientais.


Esquecendo os fenômenos que podem servir de sustentáculo a esta re­presentação mental, o mestre de Zurique restringia-se ao seu domínio, o da subjetividade, onde nenhum pes­quisador, oficial ou oficioso, podia discutir com ele. O caso, sem dúvida, não é tão simples quanto Jung queria dar a entender.
Um jornal alemão, Neues Europa, tentou em 1965, furar a conspiração de silêncio imposta ao mundo, sobre o misterioso problema dos Objetos Voadores Não Iden­tificados, publicando a respeito dele uma carta recebida do dr. Stalter, de New York, e na qual se pode ler especialmente: "A consternação reina no ministério da Defesa americana. Para ele, está agora oficialmente confirmado que, durante o ano de 1964, astronaves do espaço procuraram aterrissar aqui e manter contatos com oficiais". Alguns círculos do Pentágono, em Was­hington, estão convencidos da existência das naves cósmicas. O que, até o presente, foi mantido em segredo por razões especiais, é agora revelado. Há vários rela­tórios oficialmente confirmados, que afirmam que os "Unidentified Flyings Objects" (OVNI) tentam a ater­rissagem.
Boatos não confirmados revelam um estranho caso que se teria desenrolado há alguns meses no deserto do Novo México. Segundo um pesquisador particular, Pedro Romaniuk, de Buenos Aires, um disco-voador propelido a energia cósmica, foi descoberto por forças aéreas norte-americanas, que desde então fazem segredo sobre isso. Este engenho, construído com material indestrutível, continha seis cadáveres de seres seme­lhantes aos Terráqueos, porém muito menores. O major Hector Quintanella, da base de Wright Patterson (Ohio) da Força Aérea dos EUA, declarou um dia, diante de uma reunião de jornalistas, que a posse de uma nave vinda de outro planeta seria de extrema importância. Mas, sujeito a uma severa lei de discrição, ele recusou confirmar que tripulações extraterrestres estariam de­tidas nos Estados Unidos. Estes uranianos, guardados com o maior segredo, compunham a tripulação de três astronaves de 11 metros, vítimas de um acidente de vôo e obrigadas a aterrissar no território dos EUA.
Meios bem informados pretendem também que homens do espaço manteriam estreitos contatos com seres que vivem numa cidade proibida da Amazônia. Ali, viveria uma organização humana de raça branca, que conseguira escapar ao último dilúvio. Estes seres possuiriam ainda o saber do antigo ciclo e teriam per­manecido há séculos em relação com outros planetas. Possuindo ainda antigos "vimanas", teriam sido eles que numerosas testemunhas viram nos céus no curso dos tempos passados.
É bem certo que tais afirmações devem ser aceitas com a maior prudência. Contudo, parece confirmado que a Aeronáutica norte-americana revelou na América do Sul atividades "celestes" suspeitas, oriundas de observações aéreas sérias. A base de Shreveport, na Louisiana, foi batizada de "Barksdale", e colocada sob o controle do Stratégic Air Command: sabe-se que ela foi encarregada de pesquisar o ponto exato de decola­gem e aterrissagem dos OVNI na América do Sul. Dispondo para suas investigações de aviões do tipo "U-2" de longo raio de ação e podendo voar a altitude de 30.000 metros, pilotos foram encarregados destas missões de buscas. Foi no curso de uma delas que o capitão Robert Hickman encontrou morte misteriosa, idêntica sem dúvida à de Mantell. Seu avião-guia desa­pareceu no dia 29 de julho de 1966 e foi achado desintegrado dois dias depois no sudeste do território ama­zônico, na Bolívia, perto da vila de Oruro. Os destroços estavam dispersados por diversos quilômetros quadra­dos, totalmente carbonizados.
A Amazônia, que sempre foi considerada como a pátria das Amazonas, esconde sem dúvida ciosamente nas espessas florestas, organizações matriarcais, que rei­naram outrora sobre o mundo e que um conhecimento avançado das leis da natureza preservou de um "dilú­vio" destruidor. Considerando os textos antigos, pro­fanos e sagrados, muitos perguntam atualmente se o aparecimento maciço de "discos-voadores" não seria o sinal precursor de um acidente cósmico iminente?
A história, a religião e a arqueologia podem tra­zer-nos luzes sobre os graves acontecimentos futuros que nós pressentimos, a chave do mistério dos OVNI está talvez ali.
Fazendo escavações na gruta de Grimaldi, entre Menton e Vintimille, arqueólogos descobriram, numa camada geológica inferior, um esqueleto de homem, do tipo negróide, cercado de ossadas de animais que viviam sob os trópicos; e numa camada superior, um esqueleto humano muito diferente cercado de ossadas de animais que viviam nas regiões polares. Esta curiosa mistura apoiando outras observações do mesmo gênero pareceria indicar que variações térmicas parecem devidas a modificações do ângulo sob o qual os pontos da su­perfície considerados um por um, são tocados pelos raios solares.
Há cerca de trinta anos, Jean Barles, um alto funcionário hoje desaparecido, apresentou à Academia das Ciências uma memória na qual este pesquisador demonstrou que a Terra estaria animada por um segun­do movimento de revolução sobre si mesma.
Foi estudando as migrações da pré-história e suas incidências sobre os homens, que Jean Barles trouxe à luz um fenômeno físico desconhecido até então, se bem que seus efeitos tenham sido constatados com freqüência. Segundo este sábio, alguns pontos do globo ocupa­ram, na longa seqüência dos tempos, diferentes posições em relação ao eixo ideal que passa pelas posições polares, entendendo-se por isso os dois pontos de saída deste eixo em redor do qual a Terra realiza o seu movimento diário de rotação sobre si mesma e não os pontos de convergência dos círculos de longitudes (90° de latitude norte e 90° de latitude sul). Segundo Barles, os pontos da superfície considerados teriam sido postos alternadamente de modo tal que recebessem os raios solares ora perpendicularmente, como atualmente sobre o Equador, ora mais ou menos obliquamente co­mo nas regiões tropicais, temperadas ou glaciais. Este pesquisador calculou até que o deslocamento de climas se efetuava numa direção norte-este, sul-este.
Os complexos trabalhos de Jean Barles, sempre pondo em relevo o movimento oscilatório de nosso planeta, que se parece ao de um pião fora de eixo, em vias de perder ou de retomar o seu equilíbrio, levam-nos e pensar que há milênios um enorme bólido deu um gigantesco "esbarrão" em nossa pobre Terra. Desde então, esta passa por altos e baixos tentando recompor-se lentamente, muito lentamente desta colisão cós­mica.

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