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O último filme de Jean Cocteau foi-lhe inspirado por um fato deveras estranho. Antes da última guerra mundial, duas jovens inglesas viveram no castelo de Versalhes uma curiosa aventura digna ao mesmo tempo de um romance de mistério e de ficção-científica. Elas viram, perto do Pequeno Trianon, um curral margeado por gramados verdes sobre os quais pessoas com as roupas da época se divertiam. Entre eles encontrava-se uma lindíssima mulher loura, que estava sentada na erva.
Quando elas perguntaram a um guarda o caminho para voltar aos lugares que as tinham tão agradavelmente surpreendido, este, aturdido, respondeu-lhes que essa paisagem não existia... "A descrição que elas fize­ram então a um dos conservadores do castelo, do qua­dro que tanto haviam apreciado, não correspondia a mais nada do que existe atualmente, porém enquadra­va-se perfeitamente com os cenários do Trianon sob Maria Antonieta... A jovem loura que elas tinham visto sentada na grama era a rainha mártir!
Um pequeno ponto tinha particularmente atraído o olhar dessas duas encantadoras pessoas, elas descre­veram-no com precisão, e deveu-se reconhecer que este edifício existira mesmo outrora, naquele local, mas há muito tempo fora destruído. Somente alguns historia­dores conheciam ainda sua existência passada, e pude­ram confirmar sua presença sob Luís XVI.
Supôs-se que as duas jovens mulheres tivessem visto os figurantes de um filme, fazendo evoluções sobre o gramado do prado, mas foi preciso render-se à evi­dência: nenhuma companhia cinematográfica rodava filme naquele dia em Versalhes!
A solução que restava ultrapassava o racional: as imagens percebidas pelas duas visitantes tinham surgido do Tempo... Por um instante o passado se encaixara no presente. O tempo estira-se depois se contrai e não se torna em definitivo, para nós, senão um fenômeno de perspectiva; uma dimensão na qual aprenderemos um dia a circular. Fantasmas vindos do passado, encontra­mo-los em outro exemplo no livro de Vincent Gaddis, publicado pela Edições França-Império: Os verdadeiros Mistérios do Mar. O autor, que aborda o problema dos discos-voadores apresenta uma observação relatada no "Coronet" de abril de 1943: "No início de 1940, um certo tenente Grayson realizava uma patrulha, à noite, perto de Douvres, quando percebeu um avião de silhueta desconhecida. Pôs-se a persegui-lo sem poder alcan­çá-lo, finalmente, viu-o claramente sob um raio de lua. Era um biplano, suas asas traziam a cruz de ferro, símbolo da Alemanha imperial. Sobre a fuselagem estava pintado o "Círculo Volante", insígnia do barão Manfred von Richtofen, az abatido em 1918". Seria uma de­formação do espaço-tempo? Trouxera ela ao espaço de 1940 um fragmento do espaço de 1918? Ninguém o sabe! O Capitão Cléroutin, um francês, foi o primeiro pesquisador a supor que os OVNI’s poderiam não provir do espaço, mas do Tempo!
Aimé Michel faz notar em seu livro Esclarecimentos sobre os discos-voadores (Mame, Editor) que esses fantásticos engenhos desapareciam de maneira instantâ­nea, e que jamais a rede ótica Minitrack os apanhou em suas observações... ao menos oficialmente. Isto po­deria permitir a suposição de uma manipulação do espaço-tempo pelas tripulações do OVNI. Esta opinião é também a do norte-americano Louis Schonherr, que pensa que os OVNI não são necessariamente meios de transporte no sentido convencional da palavra, mas, por exemplo, poderiam ser estratagemas técnicos para a produção de curvaturas locais do espaço, as quais se estenderiam no espaço que deve ser contactado. Alcan­çado isto, os extraterrestres de outros espaços poderiam passar para o nosso!
É uma explicação para esses casos em que enti­dades aparecem, como relatam diversas testemunhas, subitamente junto a um OVNI, no solo, sem terem saído aparentemente por uma porta ou alçapão.
Há alguns anos tal hipótese seria considerada como criação mental de espíritos acostumados à ficção-científica. Hoje, ela não surpreende mais ninguém. De­vemos dizer a este respeito que tivemos o prazer de encontrar excelente artigo de Michel Vives no n.° 547 de Ciência e Vida: (Cinqüenta anos de descobertas que vão transformar nossa vida), que confirma esta possibi­lidade.
"Depois dos últimos trabalhos de Einstein, de Dirac e Heisemberg, os pesquisadores empenham-se em aprofundar as idéias que estes últimos sábios lançaram: a saber, a antigravitação, a inversão de rotação dos eixos, livrar-se da força que nos prega ao solo é o grande sonho de Ícaro. Na América, o prêmio Newton foi ins­tituído para recompensar o trabalho que se aproximasse mais da solução antigravítica. Sociedades particulares criaram escritórios especiais de pesquisa e assiste-se nos últimos tempos a experiências destinadas a conhecer o segredo da onda gravitaria. Heim, na Alemanha, estuda as variações de mésons e sua interação sobre a constante de Newton. Ele espera tirar destas constatações um processo capaz de quebrar a inércia. Além desta preocupação maior, chega-se à extrapolação pura e simples da matéria, isto é, à transformação da massa em um estado espectral. Tornamos a encontrar Wells e seu homem invisível..."
Astrônomos norte-americanos, em 1956, observa­ram estrelas submetidas a campos fantásticos de 7.000 gauss, a fusão hélio-hidrogênio desviada do ciclo de Bethe. Um ano mais tarde o físico Gnolls, do CERN, constatou na câmara de Wilson a formação de partí­culas cúbicas e não esféricas, sob uma tensão de 700 gauss por metro quadrado. A aproximação entre os 7.000 gauss astronômicos e os 700 gauss de Gnolls tentou um matemático que concluiu que a formação aberrante correspondia a uma massa paralelepipédica cujos lados eram imaginários. Isto é, dependendo da ordem de:
3V — 1
No limiar de sua formação a massa seria irreal SURGINDO DE UM ESPAÇO DESCONHECIDO. Mas antes de nos fazer penetrar numa eventualidade tão desejada por nossos físicos modernos, a massa nos colocaria em presença de um universo que não se cogita se está criado ou incriado, mas de estar ligado a uma propriedade essencial inteiramente diferente. O espírito renunciaria à noção de gênese, desembaraçando-se desse enigma, que pesa sobre o homem desde sempre, para adquirir uma noção mais funcional e mais fundamental do universo.


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